Apesar dos avanços terapêuticos, o diagnóstico precoce continua sendo a principal arma contra o câncer de mama e a mamografia, o exame de maior impacto nesse cenário.
📌 A mamografia é, até hoje, o único exame com comprovação científica de redução da mortalidade por câncer de mama.
Estudos randomizados e metanálises mostram que o rastreamento mamográfico regular pode reduzir a mortalidade em até 30% em populações adequadamente acompanhadas.
Ainda assim, no Brasil, menos de 25% das mulheres realizam mamografias nos intervalos recomendados, seja por desinformação, medo ou divergência entre diretrizes.
🔬 Mas, como médicos, qual nosso papel?
Enquanto o Ministério da Saúde recomenda mamografia bienal para mulheres de 50 a 69 anos, sociedades como SBM, Febrasgo e a própria American Cancer Society sugerem o início anual a partir dos 40 anos, considerando que 1 em cada 3 casos ocorre abaixo dos 50.
Como especialistas, cabe a nós avaliar caso a caso e agir com responsabilidade técnica e sensibilidade humana.
Prevenção salva vidas, mas só se for colocada em prática.
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