O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), milhões de novos casos são diagnosticados todos os anos, e grande parte deles poderia ser evitada com a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento médico regular. Por isso, entender os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer é fundamental para a prevenção e o diagnóstico precoce.
Neste artigo, você vai conhecer os principais fatores de risco e entender por que alguns comportamentos e condições de saúde aumentam a chance de desenvolver a doença.
São aqueles que dependem do nosso estilo de vida e podem ser evitados ou controlados.
Fumar é o principal fator de risco evitável para diversos tipos de câncer, especialmente o câncer de pulmão, laringe, boca, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo do útero. Mesmo o tabagismo passivo — quando você convive com fumantes — também representa risco.
O consumo frequente e excessivo de bebidas alcoólicas está associado ao risco aumentado de câncer de fígado, esôfago, mama, cólon e reto. Quando combinado com o tabaco, o risco se potencializa.
Dietas ricas em ultraprocessados, gordura saturada, açúcares e carnes processadas podem favorecer o surgimento de câncer. Em contrapartida, uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais tem efeito protetor.
A inatividade física contribui para o ganho de peso, desequilíbrios hormonais e inflamações no corpo, aumentando o risco de câncer de cólon, mama, endométrio, entre outros.
O excesso de peso corporal está relacionado a uma série de tumores, como os de mama (pós-menopausa), esôfago, intestino, pâncreas, rim e fígado. A obesidade promove alterações hormonais e inflamatórias que favorecem o desenvolvimento de células cancerígenas.
A exposição prolongada e sem proteção ao sol pode levar ao câncer de pele, incluindo o melanoma, que é o tipo mais agressivo.
São aqueles que não podemos mudar, mas que exigem maior atenção e vigilância.
O risco de câncer aumenta com o envelhecimento. A maioria dos casos ocorre após os 50 anos, o que torna ainda mais importante a realização de exames de rotina nessa fase da vida.
Ter familiares de primeiro grau com diagnóstico de câncer (principalmente em idade precoce) pode indicar uma predisposição genética. Nesses casos, é recomendado um acompanhamento mais próximo com equipe especializada.
Algumas pessoas possuem mutações genéticas herdadas que aumentam significativamente o risco de desenvolver certos tipos de câncer, como as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 para o câncer de mama e ovário.
Algumas condições de saúde, como doenças inflamatórias intestinais, hepatites crônicas e infecções por HPV, podem aumentar o risco de determinados tipos de câncer.
Conhecer os fatores de risco é o primeiro passo. O segundo é agir com consciência:
O câncer pode surgir por diversos motivos, mas a boa notícia é que muitos casos são preveníveis. Adotar um estilo de vida saudável e realizar acompanhamentos médicos periódicos são atitudes que salvam vidas. Quanto mais cedo uma alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento eficaz e cura.
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