A relação entre sedentarismo e risco aumentado de câncer já está bem estabelecida na literatura médica. Mas nos últimos anos, estudos mais robustos passaram a revelar o papel da atividade física regular não só na prevenção, como também no prognóstico de pacientes oncológicos.
📌 Um dos maiores estudos já realizados sobre o tema foi publicado no JAMA Internal Medicine (2016), avaliando dados de 1,4 milhão de pessoas. O estudo mostrou que níveis mais altos de atividade física de lazer estavam associados a um menor risco de desenvolver 13 tipos de câncer, incluindo:
📉 Para o câncer de mama especificamente mostrou que mulheres que praticavam 150 a 300 minutos de atividade física por semana apresentavam até 25% de redução no risco de mortalidade.
Além dos benefícios físicos, é importante destacar o impacto positivo da atividade física na qualidade de vida, saúde mental e adesão ao tratamento, principalmente em pacientes com diagnóstico recente.
Como médicos, precisamos ampliar nossa atuação para além do diagnóstico e prescrição farmacológica. Incluir a orientação sobre atividade física como parte do plano terapêutico pode:
🩺 A recomendação é clara: todo paciente oncológico deve ser estimulado a se movimentar, respeitando suas limitações e contando com acompanhamento multiprofissional.
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