Essa estatística precisa nos fazer repensar a forma como encaramos a triagem e o rastreio do câncer de mama.
A recomendação de mamografia apenas a partir dos 50 anos pode falhar em proteger um grupo expressivo de mulheres que desenvolvem a doença precocemente, muitas delas ainda ativas no mercado de trabalho, com filhos pequenos, cuidando da casa, da família e de si.
📉 Dados recentes mostram que:
🔬 Como profissionais, precisamos estar atentos aos sinais mesmo em pacientes fora da faixa etária “clássica”. Precisamos ouvir, investigar e orientar de forma individualizada.
Nem toda mulher vai se encaixar no protocolo padrão e a medicina precisa ser cada vez menos padrão, e mais personalizada.
Se você é da área da saúde, como tem conduzido essa conversa com suas pacientes?
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